O Sindicato das Investigações e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SCIF-SEF) garante que os problemas do SEF não sejam resolvidos com demissões de ministros, mas com mais recursos para o corpo policial. O presidente da entidade garantiu que o falecimento do ucraniano no Aeroporto de Lisboa é um acto isolado numa polícia com “bons papeis de defesa dos direitos humanos”.

Em conferência de imprensa, Acácio Pereira admitiu que o SEF não é perfeito, mas garantiu que não há problema sistémico. O dirigente sindical afirma que a morte do cidadão ucraniano foi uma exceção.

“Há que deixar claro que o sinistro episódio que levou à morte de um cidadão no Aeroporto de Lisboa, como outros atos de abuso de poder, são pequenas exceções ao trabalho global do SEF e dos seus fiscais”.

Acácio Pereira lembra, no entanto, que episódios de violência não podem ser minimizados. “Estamos dizendo que é sério e não pode acontecer novamente.”

Segundo Acácio Pereira, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, ao falar do SEF, a sua reestruturação e a possível existência de um problema sistémico naquele órgão da Polícia Criminal “extravasava as suas competências”, justificando que pode ter sido porque questão eleitoral, mas que o SEF e os seus fiscais merecem respeito.

By Carlos Henrique

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