O Ministério da Saúde brasileiro disse que 66 pessoas ligadas à Copa América de futebol contraíram COVID-19, um aumento de 13 infecções em relação ao dia anterior.

O ministério disse em um comunicado na quinta-feira que 6.521 testes foram realizados, com 27 jogadores e funcionários de 10 equipes do torneio e 39 funcionários infectados.

O Brasil chegou atrasado como um anfitrião de emergência, apesar de ser o segundo país com o segundo maior número de mortes registradas por coronavírus no mundo, com mais de 493.000.

Também na quinta-feira, a Federação Boliviana de Futebol anunciou que dois jogadores tiveram resultado positivo, o zagueiro Oscar Ribera e o atacante Jaume Cullar.

O atacante boliviano Marcelo Martins, que usou sua conta no Instagram para criticar a CONMEBOL pelos casos COVID-19, desistiu em um comunicado.

Infelizmente, minha preocupação com minha situação com o COVID-19, que me impediu de jogar com minha querida seleção nacional em seu primeiro jogo na Copa América, foi mal interpretada por aqueles que gerenciam minhas comunicações públicas, escreveu Martins.

A equipe do Chile disse ainda que um de seus integrantes foi diagnosticado com o vírus, não apresentou sintomas e foi isolado, mas não deu mais detalhes.

Depois que a CONMEBOL divulgou seus números, o técnico venezuelano Jos Peseiro fez mais duas mudanças devido ao COVID-19. Jhon Murillo e Jhon Chancellor foram substituídos por Jan Hurtado e Jos Manuel Velzquez.

Metade das seleções que disputam a Copa América relataram casos de COVID-19 na Venezuela, Bolívia, Colômbia, Peru e Chile.

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By Patricia Joca

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